{"id":21569,"date":"2013-07-05T14:57:30","date_gmt":"2013-07-05T14:57:30","guid":{"rendered":"http:\/\/news.umich.edu\/2013\/07\/05\/teste-de-radiacao-de-arma-nuclear-pode-combater-cacadores-ilegais-idade-e-legalidade-do-marfim-reveladas-por-idade-do-carbono-14\/"},"modified":"2013-07-05T14:57:30","modified_gmt":"2013-07-05T14:57:30","slug":"teste-de-radiacao-de-arma-nuclear-pode-combater-cacadores-ilegais-idade-e-legalidade-do-marfim-reveladas-por-idade-do-carbono-14","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/news.umich.edu\/pt-br\/teste-de-radiacao-de-arma-nuclear-pode-combater-cacadores-ilegais-idade-e-legalidade-do-marfim-reveladas-por-idade-do-carbono-14\/","title":{"rendered":"Teste de radia\u00e7\u00e3o de arma nuclear pode combater ca\u00e7adores ilegais; idade e legalidade do marfim reveladas por idade do carbono 14"},"content":{"rendered":"<p><span class=\"wf_caption\" style=\"float: right; display: inline-block;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-27612\" style=\"margin: auto;\" alt=\"Este elefante africano tem o que se acredita ser as maiores presas entre os elefantes da Reserva Nacional de Samburu do Qu\u00eania. A ca\u00e7a ilegal de cerca de 30.000 elefantes por ano por causa das presas de marfim amea\u00e7a os animais de extin\u00e7\u00e3o. Uma pesquisa da Universidade de Michigan contribuiu para o desenvolvimento de uma nova t\u00e9cnica que pode ser utilizada para combater a ca\u00e7a de elefantes, hipop\u00f3tamos, rinocerontes e outros animais. O m\u00e9todo mede os n\u00edveis de carbono 14 em presas ou dentes, o que revela o ano que um animal morreu, e, portanto, se o marfim foi retirado antes ou depois das proibi\u00e7\u00f5es internacionais sobre o com\u00e9rcio de marfim. Cr\u00e9dito da imagem: Thure Cerling, da Universidade de Utah\" src=\"https:\/\/news.umich.edu\/wp-content\/uploads\/2013\/07\/nuke-test-radiation-can-fight-poachers-age-and-legality-of-ivory-revealed-by-carbon-14-dating-orig-20130701.jpg\" height=\"200\" width=\"300\" srcset=\"https:\/\/news.umich.edu\/wp-content\/uploads\/mc-image-cache\/2013\/07\/nuke-test-radiation-can-fight-poachers-age-and-legality-of-ivory-revealed-by-carbon-14-dating-orig-20130701.jpg 1800w, https:\/\/news.umich.edu\/wp-content\/uploads\/2013\/07\/nuke-test-radiation-can-fight-poachers-age-and-legality-of-ivory-revealed-by-carbon-14-dating-orig-20130701-300x200.jpg 300w, https:\/\/news.umich.edu\/wp-content\/uploads\/2013\/07\/nuke-test-radiation-can-fight-poachers-age-and-legality-of-ivory-revealed-by-carbon-14-dating-orig-20130701-768x511.jpg 768w, https:\/\/news.umich.edu\/wp-content\/uploads\/2013\/07\/nuke-test-radiation-can-fight-poachers-age-and-legality-of-ivory-revealed-by-carbon-14-dating-orig-20130701-1024x681.jpg 1024w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><span class=\"captionnicole\" style=\"clear: both; text-align: right; width: 300px; display: block;\">Este elefante africano tem o que se acredita ser as maiores presas entre os elefantes da Reserva Nacional de Samburu do Qu\u00eania. A ca\u00e7a ilegal de cerca de 30.000 elefantes por ano por causa das presas de marfim amea\u00e7a os animais de extin\u00e7\u00e3o. Uma pesquisa da Universidade de Michigan contribuiu para o desenvolvimento de uma nova t\u00e9cnica que pode ser utilizada para combater a ca\u00e7a de elefantes, hipop\u00f3tamos, rinocerontes e outros animais. O m\u00e9todo mede os n\u00edveis de carbono 14 em presas ou dentes, o que revela o ano que um animal morreu, e, portanto, se o marfim foi retirado antes ou depois das proibi\u00e7\u00f5es internacionais sobre o com\u00e9rcio de marfim. Cr\u00e9dito da imagem: Thure Cerling, da Universidade de Utah<\/span><\/span>ANN ARBOR\u2014Um pesquisador da Universidade de Michigan trabalhou, em parceria com colaboradores da Universidade de Utah, para desenvolver uma nova arma para combater ca\u00e7adores ilegais que matam elefantes, hipop\u00f3tamos, rinocerontes e outros animais selvagens.<\/p>\n<p>Medindo a radioatividade do carbono 14 depositada em presas e dentes ap\u00f3s testes de bomba nuclear ao ar livre, o m\u00e9todo revela o ano em que um animal morreu, e assim, se o dente foi retirado ilegalmente.<\/p>\n<p>&#8220;Isso poderia ser usado em casos espec\u00edficos de apreens\u00f5es de marfim para determinar quando esse marfim foi obtido, e assim, se \u00e9 legal,&#8221; disse o geoqu\u00edmico da Universidade de Utah, Thure Cerling, autor s\u00eanior do estudo.<\/p>\n<p>O paleont\u00f3logo da U-M Daniel Fisher trabalhou no projeto com Cerling e um antigo pesquisador da Universidade de Utah, Kevin Uno. Um relat\u00f3rio sobre o novo m\u00e9todo foi publicado online no dia 1 de julho, no Proceedings of National Academy of Sciences.<\/p>\n<p>Fisher estuda mamutes e mastodontes e, ao longo de v\u00e1rias d\u00e9cadas, tem desenvolvido t\u00e9cnicas para interpretar a hist\u00f3ria de vida desses paquidermes pr\u00e9-hist\u00f3ricos, analisando as camadas de crescimento das suas presas. Ele dividiu essas t\u00e9cnicas com Cerling e Uno, que, em seguida, as aplicaram aos dentes e \u00e0s presas dos elefantes de hoje em dia.<\/p>\n<p>&#8220;Este m\u00e9todo n\u00e3o s\u00f3 pode ajudar na aquisi\u00e7\u00e3o de evid\u00eancias da vida selvagem no combate \u00e0 ca\u00e7a ilegal, mas tamb\u00e9m fornece valida\u00e7\u00e3o conclusiva de um trabalho anterior que tinha sugerido que as presas e muitos dentes s\u00e3o feitos de camadas que refletem os anos consecutivos da vida do animal que os desenvolveram, disse Fisher, co-autor do estudo e professor de Paleontologia, e de Ci\u00eancias Ambientais e da Terra da U-M.<\/p>\n<p>&#8220;Se estamos lidando com animais do ecossistema atual ou com f\u00f3sseis de um passado distante, podemos estudar essas camadas e extrair informa\u00e7\u00f5es sobre clima, dieta e condi\u00e7\u00f5es de crescimento,&#8221; disse ele.<\/p>\n<p>Uno, o primeiro autor do estudo, conduziu a pesquisa para sua tese de doutorado da Universidade de Utah e agora \u00e9 pesquisador p\u00f3s-doutorando no Observat\u00f3rio e Planet\u00e1rio Lamont-Doherty, na Universidade de Columbia.<\/p>\n<p>&#8220;O m\u00e9todo de data\u00e7\u00e3o est\u00e1 dispon\u00edvel e acess\u00edvel ao governo e \u00e0s autoridades policiais,&#8221; com o custo de cerca de 500 dolares por amostra, ele disse. &#8220;Ele tem aplica\u00e7\u00f5es imediatas no combate \u00e0 venda ilegal e com\u00e9rcio de marfim que levou \u00e0 maior taxa de ca\u00e7a em d\u00e9cadas.&#8221;<\/p>\n<p>O m\u00e9todo usa a &#8220;curva bomba&#8221;, que \u00e9 um gr\u00e1fico \u2013 mais ou menos no formato de um V invertido \u2013 mostrando altera\u00e7\u00f5es nos n\u00edveis de carbono 14 na atmosfera, de f\u00e1cil acesso para ingest\u00e3o por plantas e animais na cadeia alimentar. O carbono 14 foi formado na atmosfera pelos EUA e Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica, em testes de armas nucleares em Nevada e na Sib\u00e9ria, de 1952 at\u00e9 1962. Esses n\u00edveis atingiram o pico na d\u00e9cada de 60 e est\u00e3o em decl\u00ednio desde ent\u00e3o, mas ainda est\u00e3o incorporados e s\u00e3o mensur\u00e1veis em tecidos animais e vegetais.<\/p>\n<p>Acordos internacionais proibiram grande parte do com\u00e9rcio de marfim bruto de elefantes asi\u00e1ticos depois de 1975 e de elefantes africanos ap\u00f3s 1989. Nos Estados Unidos, o marfim africano cru e trabalhado (j\u00f3ias, estatuetas, armas e cabos de faca) s\u00e3o legais, se foram importados antes de 1989. Se o marfim trabalhado foi importado depois de 1989, deve ter pelo menos 100 anos de idade.<\/p>\n<p>Toneladas de marfim ilegal ainda s\u00e3o vendidos porque comerciantes afirmam que o marfim foi extra\u00eddo antes da proibi\u00e7\u00e3o e n\u00e3o havia nenhum teste para provar se eles estavam errados \u2013 at\u00e9 agora.<\/p>\n<p>&#8220;Com a idade exata do marfim, podemos verificar se o com\u00e9rcio \u00e9 legal ou n\u00e3o,&#8221; e quando a idade \u00e9 combinada com as an\u00e1lises de DNA existentes para determinar se um elefante \u00e9 da \u00c1frica ou da \u00c1sia, disse Uno. &#8220;Atualmente 30.000 elefantes s\u00e3o abatidos por ano por causa de suas presas, por isso h\u00e1 uma enorme necessidade de fazer valer a proibi\u00e7\u00e3o do com\u00e9rcio internacional e reduzir a demanda.&#8221;<\/p>\n<p>Existem apenas 423.000 elefantes africanos. Grupos de conserva\u00e7\u00e3o dizem que 70 por cento do marfim \u00e9 contrabandeado para a China. Os Estados Unidos \u00e9 o pr\u00f3ximo maior mercado ilegal. O aumento dos pre\u00e7os do marfim tem desenhado o crime organizado e estimulou as mil\u00edcias em Darfur, Uganda, Sud\u00e3o e Som\u00e1lia a matarem elefantes e venderem as presas, para que eles ent\u00e3o possam comprar armas.<\/p>\n<p>Os n\u00eautrons dos testes nucleares bombardearam o nitrog\u00eanio \u2013 o g\u00e1s mais comum da atmosfera \u2013 para transformar alguns deles em carbono 14. Raios c\u00f3smicos fazem isso naturalmente a um n\u00edvel baixo, mas os testes nucleares ao ar livre da d\u00e9cada de 1950 e 1960 aumentaram acentuadamente os n\u00edveis de carbono 14 na atmosfera, nas plantas e animais, seguidos por um constante decl\u00ednio desde ent\u00e3o.<\/p>\n<p>O m\u00e9todo deste estudo \u00e9 um pouco como dizer a idade de uma \u00e1rvore pelos an\u00e9is de seu tronco. Mas, em vez de contar os an\u00e9is, os pesquisadores mediram os n\u00edveis de carbono 14 em v\u00e1rios pontos, ao longo do comprimento dos dentes e das presas dos hipop\u00f3tamos e dos elefantes.<\/p>\n<p>A maneira convencional de medi\u00e7\u00e3o do carbono 14 \u00e9 esperar e contar quando o is\u00f3topo declina radioativamente. No estudo, os pesquisadores mediram a espectrometria de massa com aceleradores, ou AMS, que exige 1.000 vezes menos material para an\u00e1lise \u2013 uma grande vantagem quando est\u00e3o fazendo amostragens de f\u00f3sseis ou pequenos peda\u00e7os de marfim trabalhado, Cerling disse.<\/p>\n<p>Em AMS, o material que est\u00e1 sendo analisado \u00e9 bombardeado com \u00e1tomos de c\u00e9sio, que pulveriza os \u00e1tomos de carbono para fora, para que a rela\u00e7\u00e3o de carbono 14 e carbono12 possa ser medida.<\/p>\n<p>Os investigadores testaram a precis\u00e3o da data\u00e7\u00e3o do carbono 14 em 29 tecidos vegetais e animais mortos e recolhidos em datas conhecidas de 1905 at\u00e9 2008. As amostras inclu\u00edram presas e molares de elefantes, presas de hipop\u00f3tamo e dentes caninos, chifres \u00f3rixes da Ar\u00e1bia, cabelos de macacos e caudas de elefante, e alguns tipos de gramas coletadas no Qu\u00eania, em 1962.<\/p>\n<p>As amostras vieram de museus da \u00c1frica e de alguns outros lugares, e de Amina, um elefante que morreu naturalmente no Qu\u00eania, em 2006, e de Misha, um elefante africano sacrificado em 2008 devido \u00e0 sa\u00fade prec\u00e1ria no zool\u00f3gico Hogle, de Utah, em Salt Lake City.<\/p>\n<p>A an\u00e1lise revelou que v\u00e1rios tecidos que se formaram ao mesmo tempo tem os mesmos n\u00edveis de carbono 14, e que as gramas e os animais que a comiam tinham os mesmos n\u00edveis. Determinando o carbono 14 nestas amostras com idades conhecidas, os pesquisadores podem agora medir os n\u00edveis de carbono 14 em outras amostras de marfim para determinar sua idade, dentro de cerca de um ano.<\/p>\n<p>As quatro amostras mais antigas &#8211; de animais que morreram entre 1905 e 1953 \u2013 tinham n\u00edvel m\u00ednimo de carbono 14 porque eles morreram antes dos testes nucleares atmosf\u00e9ricos. Ent\u00e3o o teste pode identificar o marfim antes de 1955, anteriores aos testes nucleares, por seus baixos n\u00edveis de carbono 14.<\/p>\n<p>Cerling disse que o m\u00e9todo pode determinar o ano da morte de qualquer animal morto depois de 1955, identificando o momento da forma\u00e7\u00e3o do tecido mais recente \u2013 baseado em uma presa ou em um dente, por exemplo. O m\u00e9todo \u00e9 menos preciso para animais mortos recentemente; pode se dizer se um animal morreu entre 2010 e 2013, mas n\u00e3o pode ser mais preciso, os testes atmosf\u00e9ricos se cessaram h\u00e1 muito tempo.<\/p>\n<p>Em m\u00e9dia, leva cerca de 5.700 anos para metade da quantidade inicial de carbono 14 declinar radioativamente. Mas a quantidade na atmosfera terrestre depois dos testes de bombas das d\u00e9cadas de 50 e 60 diminuiu muito mais rapidamente porque os oceanos e \u00e1rvores absorvem o di\u00f3xido de carbono \u2013 incluindo o carbono 14 \u2013 da atmosfera. Assim, o m\u00e9todo n\u00e3o vai funcionar para as presas ou outros tecidos que cresceram depois, em m\u00e9dia 15 anos \u00e0 partir de agora, quando o carbono 14 atmosf\u00e9rico retorna para n\u00edveis anteriores as bombas.<\/p>\n<p>O estudo foi financiado pela Funda\u00e7\u00e3o de Ci\u00eancia Nacional, pela Sociedade Nacional Geogr\u00e1fica e pela Universidade de Utah. Al\u00e9m de Uno, Fisher e Cerling, outros autores do estudo s\u00e3o Jay Quade, da Universidade do Arizona; George Wittemyer, da Universidade Estadual do Colorado; Iain Douglas-Hamilton, fundador da organiza\u00e7\u00e3o &#8220;Save the Elephants&#8221;; e Samuel Andanje, Patrick Omondi e Moses Litoroh, todos integrantes do &#8220;Kenya Wildlife Services.&#8221;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" alignleft size-full wp-image-27611\" style=\"float: left;\" alt=\"Teste de radia\u00e7\u00e3o de arma nuclear pode combater ca\u00e7adores ilegais; idade e legalidade do marfim reveladas por idade do carbono 14\" src=\"http:\/\/news.umich.edu\/wp-content\/uploads\/2013\/07\/nuke-test-radiation-can-fight-poachers-age-and-legality-of-ivory-revealed-by-carbon-14-dating-lead-20130701.jpg\" height=\"305\" width=\"435\" srcset=\"https:\/\/news.umich.edu\/wp-content\/uploads\/mc-image-cache\/2013\/07\/nuke-test-radiation-can-fight-poachers-age-and-legality-of-ivory-revealed-by-carbon-14-dating-lead-20130701.jpg 435w, https:\/\/news.umich.edu\/wp-content\/uploads\/2013\/07\/nuke-test-radiation-can-fight-poachers-age-and-legality-of-ivory-revealed-by-carbon-14-dating-lead-20130701-300x210.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 435px) 100vw, 435px\" \/>Um pesquisador da Universidade de Michigan trabalhou, em parceria com colaboradores da Universidade de Utah, para desenvolver uma nova arma para combater ca\u00e7adores ilegais que matam elefantes, hipop\u00f3tamos, rinocerontes e outros animais selvagens.<\/p>\n","protected":false},"author":26,"featured_media":27611,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[25367,24610,24611,25370,25373,25378,24617,25387,25381,25390,24,24616,25385],"tags":[12868,12988,14342,13441],"beat":[],"class_list":["post-21569","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-arts-culture-pt-br","category-arts-culture","category-business-economy","category-business-economy-pt-br","category-education-society-pt-br","category-health-pt-br","category-international","category-international-pt-br","category-law-politics-pt-br","category-nao-categorizado","category-portuguese-translations","category-science-technology","category-science-technology-pt-br","tag-foi","tag-idade","tag-niveis","tag-pode"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/news.umich.edu\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21569","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/news.umich.edu\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/news.umich.edu\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/news.umich.edu\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/26"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/news.umich.edu\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=21569"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/news.umich.edu\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21569\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/news.umich.edu\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/27611"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/news.umich.edu\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=21569"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/news.umich.edu\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=21569"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/news.umich.edu\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=21569"},{"taxonomy":"beat","embeddable":true,"href":"https:\/\/news.umich.edu\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/beat?post=21569"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}