{"id":37148,"date":"2018-09-04T16:22:38","date_gmt":"2018-09-04T20:22:38","guid":{"rendered":"https:\/\/news.umich.edu\/?p=37148"},"modified":"2018-09-05T09:25:12","modified_gmt":"2018-09-05T13:25:12","slug":"possibilidade-de-conhecer-a-medicina-de-outras-partes-do-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/news.umich.edu\/pt-br\/possibilidade-de-conhecer-a-medicina-de-outras-partes-do-mundo\/","title":{"rendered":"Possibilidade de conhecer a medicina de outras partes do mundo"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_37152\" style=\"width: 413px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/news.umich.edu\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/possibilidade-de-conhecer-a-medicina-de-outras-partes-do-mundo.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-37152\" class=\"size-full wp-image-37152\" src=\"https:\/\/news.umich.edu\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/possibilidade-de-conhecer-a-medicina-de-outras-partes-do-mundo.jpg\" alt=\"A estudante de Medicin Mariam Abdulghani (\u00e0 direita) com colegas de todo o mundo, no programa 2018 Winter School, da Universidade de S\u00e3o Paulo.\" width=\"403\" height=\"302\" srcset=\"https:\/\/news.umich.edu\/wp-content\/uploads\/mc-image-cache\/2018\/09\/possibilidade-de-conhecer-a-medicina-de-outras-partes-do-mundo.jpg 403w, https:\/\/news.umich.edu\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/possibilidade-de-conhecer-a-medicina-de-outras-partes-do-mundo-300x225.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 403px) 100vw, 403px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-37152\" class=\"wp-caption-text\">A estudante de Medicin Mariam Abdulghani (\u00e0 direita) com colegas de todo o mundo, no programa 2018 Winter School, da Universidade de S\u00e3o Paulo.<\/p><\/div>\n<p>S\u00e3o Paulo &#8211; Uma dupla de estudantes do quarto ano da Escola de Medicina da Universidade de Michigan passou parte do m\u00eas de julho no Brasil, aprendendo sobre a medicina local, lado a lado com dezenas de alunos de v\u00e1rias partes do mundo.<\/p>\n<p>A \u201cEscola de Inverno\u201d, ou \u201cWinter School\u201d, em ingl\u00eas, foi realizada na Faculdade de Medicina da Universidade de S\u00e3o Paulo (FMUSP), institui\u00e7\u00e3o parceira da UMMS desde 2012. O programa atrai dezenas de participantes de todo o mundo para um curso educacional com dura\u00e7\u00e3o de duas semanas, que combina aprendizado em sala de aula com visitas ao Hospital das Cl\u00ednicas, afiliado \u00e0 FMUSP. O estudante Tim Baerg estava interessado na Winter School desde o seu primeiro ano na UMMS quando soube do programa por um colega que havia participado.<\/p>\n<p>\u201cParecia t\u00e3o fascinante. Demorou tr\u00eas anos, mas finalmente consegui participar do programa este ano,\u201d disse Baerg. \u201cVoc\u00ea consegue ver casos que nunca v\u00ea aqui. Como a doen\u00e7a de Chagas, por exemplo. \u00c9 algo que voc\u00ea memoriza e aprende nos livros, mas nunca v\u00ea em Michigan. Vimos o inseto que transmite a doen\u00e7a e realizamos uma aut\u00f3psia em um cora\u00e7\u00e3o que foi afetado. Foi uma experi\u00eancia muito valiosa e tamb\u00e9m foi muito divertida.\u201d<\/p>\n<p>O programa \u00e9 gratuito para os participantes aceitos e o Global REACH oferece subs\u00eddios para ajudar no custo da viagem para S\u00e3o Paulo, uma cidade com mais de 12 milh\u00f5es de habitantes, no sudeste do Brasil. O curso oferece v\u00e1rias op\u00e7\u00f5es curriculares montadas especialmente nos interesses dos estudantes. Baerg optou pela \u00e1rea de cardiologia, enquanto Mariam Abdulghani acompanhou os trabalhos do grupo respons\u00e1vel por doen\u00e7as tropicais negligenciadas.<\/p>\n<p>\u201cLogo descobri que quando se discute doen\u00e7as tropicais negligenciadas, h\u00e1 muito mais do que apenas investiga\u00e7\u00e3o cl\u00ednica. Pesquisas relacionadas a essas doen\u00e7as s\u00e3o sub-financiadas, muitas vezes direcionando \u00e0 \u00fanica forma de tratamento dispon\u00edvel,\u201d disse Abdulghani. \u201cA colabora\u00e7\u00e3o de muitos profissionais da sa\u00fade tamb\u00e9m \u00e9 necess\u00e1ria, pois fatores sociais, ambientais e econ\u00f4micos contribuem para a dissemina\u00e7\u00e3o dessas doen\u00e7as, al\u00e9m de dificuldades de gest\u00e3o.\u201d<\/p>\n<p>Para os participantes, a Winter School \u00e9 uma oportunidade \u00fanica de conhecer e aprender com colegas de outros pa\u00edses. Al\u00e9m dos EUA e do Brasil, este ano, o programa recebeu alunos do Reino Unido, M\u00e9xico, Col\u00f4mbia, Chile, It\u00e1lia, Holanda, Dinamarca, Taiwan, entre outros.<\/p>\n<p>&#8220;\u00c9 sempre inspirador quando voc\u00ea encontra um grupo de estudantes talentosos que compartilham as mesmas paix\u00f5es que voc\u00ea,&#8221; disse Abdulghani. \u201cPude aprender sobre as escolas de medicina e os sistemas hospitalares de outras partes do mundo e compartilhar minhas experi\u00eancias como estudante de medicina nos Estados Unidos.\u201d<\/p>\n<p>A Winter School sempre acontece em julho, durante o inverno no Brasil. Alunos da UMMS participaram do programa nos \u00faltimos quatro anos. O processo seletivo para a turma de 2019 deve ser aberto em mar\u00e7o.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/globalreach.med.umich.edu\/collaboration\/brazil\">Global REACH &#8211; Brazil Platform<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>S\u00e3o Paulo &#8211; Uma dupla de estudantes do quarto ano da Escola de Medicina da Universidade de Michigan passou parte do m\u00eas de julho no Brasil, aprendendo sobre a medicina local, lado a lado com dezenas de alunos de v\u00e1rias partes do mundo. 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