{"id":48300,"date":"2019-07-02T11:51:33","date_gmt":"2019-07-02T15:51:33","guid":{"rendered":"https:\/\/news.umich.edu\/?p=48300"},"modified":"2019-07-02T15:08:48","modified_gmt":"2019-07-02T19:08:48","slug":"tecnologia-permite-que-pesquisadores-vejam-a-dor-dos-pacientes-em-tempo-real-enquanto-estao-na-clinica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/news.umich.edu\/pt-br\/tecnologia-permite-que-pesquisadores-vejam-a-dor-dos-pacientes-em-tempo-real-enquanto-estao-na-clinica\/","title":{"rendered":"Tecnologia permite que pesquisadores vejam a dor dos pacientes em tempo real enquanto est\u00e3o na cl\u00ednica"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_48302\" style=\"width: 5228px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/news.umich.edu\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/tecnologia-permite-que-pesquisadores-vejam-a-dor-dos-pacientes-em-tempo-real-enquanto-estao-na-clinica.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-48302\" class=\"size-full wp-image-48302\" src=\"https:\/\/news.umich.edu\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/tecnologia-permite-que-pesquisadores-vejam-a-dor-dos-pacientes-em-tempo-real-enquanto-estao-na-clinica.jpg\" alt=\"Hassan Jassar (sentado) usa o capacete com sensor, que detecta mudan\u00e7as no fluxo sangu\u00edneo e na oxigena\u00e7\u00e3o, sentindo a atividade cerebral. Essa informa\u00e7\u00e3o \u00e9 transmitida para um computador e interpretada. O pesquisador brasileiro, Thiago Nascimento, \u00e0 esquerda, v\u00ea essa atividade cerebral em tempo real enquanto usa \u00f3culos de realidade aumentada, e a imagem do computador mostra essa assinatura espec\u00edfica de dor no c\u00e9rebro. Da esquerda para a direita, tamb\u00e9m retratados, Dr. Alex DaSilva, Kim Dajung, Manyoel Lim, Xiao-su Hu.\" width=\"5218\" height=\"3479\" srcset=\"https:\/\/news.umich.edu\/wp-content\/uploads\/mc-image-cache\/2019\/07\/tecnologia-permite-que-pesquisadores-vejam-a-dor-dos-pacientes-em-tempo-real-enquanto-estao-na-clinica.jpg 5218w, https:\/\/news.umich.edu\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/tecnologia-permite-que-pesquisadores-vejam-a-dor-dos-pacientes-em-tempo-real-enquanto-estao-na-clinica-300x200.jpg 300w, https:\/\/news.umich.edu\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/tecnologia-permite-que-pesquisadores-vejam-a-dor-dos-pacientes-em-tempo-real-enquanto-estao-na-clinica-768x512.jpg 768w, https:\/\/news.umich.edu\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/tecnologia-permite-que-pesquisadores-vejam-a-dor-dos-pacientes-em-tempo-real-enquanto-estao-na-clinica-1024x683.jpg 1024w\" sizes=\"auto, (max-width: 5218px) 100vw, 5218px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-48302\" class=\"wp-caption-text\">Hassan Jassar (sentado) usa o capacete com sensor, que detecta mudan\u00e7as no fluxo sangu\u00edneo e na oxigena\u00e7\u00e3o, sentindo a atividade cerebral. Essa informa\u00e7\u00e3o \u00e9 transmitida para um computador e interpretada. O pesquisador brasileiro, Thiago Nascimento, \u00e0 esquerda, v\u00ea essa atividade cerebral em tempo real enquanto usa \u00f3culos de realidade aumentada, e a imagem do computador mostra essa assinatura espec\u00edfica de dor no c\u00e9rebro. Da esquerda para a direita, tamb\u00e9m retratados, Dr. Alex DaSilva, Kim Dajung, Manyoel Lim, Xiao-su Hu.<\/p><\/div>\n<p>ANN ARBOR\u2014Muitos pacientes, especialmente aqueles que est\u00e3o anestesiados ou emocionalmente comprometidos, n\u00e3o conseguem explicar e quantificar precisamente sobre sua dor.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Por essa raz\u00e3o, pesquisadores da Universidade de Michigan, entre eles o brasileiro Alex DaSilva, professor da Escola de Odontologia, desenvolveram uma tecnologia para ajudar os m\u00e9dicos a &#8220;ver&#8221; e mapear a dor do paciente em tempo real, atrav\u00e9s de \u00f3culos especiais de realidade aumentada. Seu estudo de viabilidade aparece no Journal of Medical Internet Research.<\/p>\n<p>A tecnologia foi testada em 21 pacientes odontol\u00f3gicos volunt\u00e1rios, e os pesquisadores esperam incluir outros tipos de dor e condi\u00e7\u00f5es no futuro. O uso generalizado em um cen\u00e1rio cl\u00ednico ainda est\u00e1 distante, mas o estudo de viabilidade \u00e9 um primeiro passo para pacientes odontol\u00f3gicos, disse DaSilva, que tamb\u00e9m \u00e9 diretor do Laborat\u00f3rio \u201cFor\u00e7a Tarefa em Cefal\u00e9ia e Dor Orofacial\u201d da U-M.<\/p>\n<p>A plataforma port\u00e1til CLARAi (Realidade Cl\u00ednica Aumentada e Intelig\u00eancia Artificial) combina a visualiza\u00e7\u00e3o com dados do c\u00e9rebro usando neuroimagem para navegar pelo c\u00e9rebro do paciente enquanto ele est\u00e1 na cadeira.<\/p>\n<p>&#8220;\u00c9 muito dif\u00edcil para n\u00f3s medirmos e expressarmos nossa dor, incluindo a expectativa e a ansiedade associada,&#8221; disse DaSilva. &#8220;Neste momento, temos um sistema de classifica\u00e7\u00e3o de 1 a 10, mas isso est\u00e1 longe de ser uma medida de dor confi\u00e1vel e objetiva.&#8221;<\/p>\n<p>No estudo, os pesquisadores desencadearam a dor administrando &#8216;ar gelado&#8217; aos dentes. Os pesquisadores usaram dados de dor no c\u00e9rebro para desenvolver algoritmos que, quando combinados com novo software e hardware de neuroimagem, previram dor, ou a aus\u00eancia dela, em cerca de 70% do tempo.<\/p>\n<p>Os participantes usaram um capacete equipado com sensor que detecta altera\u00e7\u00f5es no fluxo sangu\u00edneo e na oxigena\u00e7\u00e3o, medindo assim a atividade cerebral e as respostas \u00e0 dor. Essa informa\u00e7\u00e3o foi transmitida para um computador e interpretada.<\/p>\n<p>Usando \u00f3culos especiais de realidade aumentada (neste caso, o Microsoft HoloLens), os pesquisadores viram a atividade cerebral do paciente em tempo real em um modelo de c\u00e9rebro reconstru\u00eddo, enquanto os participantes estavam na cadeira cl\u00ednica. Os pontos vermelhos e azuis na imagem indicam a localiza\u00e7\u00e3o e o n\u00edvel da atividade cerebral, e essa &#8220;assinatura da dor&#8221; \u00e9 exibida no espelho da tela de realidade aumentada. Quanto mais assinaturas de dor o algoritmo aprende a ler, mais precisa \u00e9 a avalia\u00e7\u00e3o da dor.<\/p>\n<p>Entre os co-autores da U-M est\u00e1 tamb\u00e9m o pesquisador brasileiro Thiago Nascimento, al\u00e9m Roger Ellwood, da Colgate Palmolive; e Eric Maslowski, da Moxytech Inc., com sede em Ann Arbor.<\/p>\n<p>Estudo: <a href=\"https:\/\/www.jmir.org\/2019\/6\/e13594\/\">Feasibility of a Real-Time Clinical Augmented Reality and Artificial Intelligence Framework for Pain Detection and Localization From the Brain<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.dent.umich.edu\/about-school\/department\/bms\/faculty-profile-dasilva\">Alex DaSilva<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>ANN ARBOR\u2014Muitos pacientes, especialmente aqueles que est\u00e3o anestesiados ou emocionalmente comprometidos, n\u00e3o conseguem explicar e quantificar precisamente sobre sua dor.<\/p>\n","protected":false},"author":49,"featured_media":48302,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[25378,25390,25385],"tags":[],"beat":[25458,25451,25459],"class_list":["post-48300","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-health-pt-br","category-nao-categorizado","category-science-technology-pt-br","initiative-biosciences"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/news.umich.edu\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/48300","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/news.umich.edu\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/news.umich.edu\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/news.umich.edu\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/49"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/news.umich.edu\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=48300"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/news.umich.edu\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/48300\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":48366,"href":"https:\/\/news.umich.edu\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/48300\/revisions\/48366"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/news.umich.edu\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/48302"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/news.umich.edu\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=48300"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/news.umich.edu\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=48300"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/news.umich.edu\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=48300"},{"taxonomy":"beat","embeddable":true,"href":"https:\/\/news.umich.edu\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/beat?post=48300"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}